É bizarro como, nas mínimas coisas, nos mínimos comentários e atitudes, você acaba se surpreendendo.
E se decepcionando.
Isso, Gunnar. Coloque expectativas demais nas pessoas. E se ferre depois.
De novo.
E de novo.
E de novo.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Dia do Vestibulando
Hoje, 24 de maio, chora-se comemora-se o dia do Vestibulando - adendo válido, há exatamente 676 anos tinha início a Guerra dos 100 Anos. Hoje também é considerado o Dia Nacional do Café (qualquer conexão entre as datas é mera coincidência. Ou não).
Aliás, falando de vestibulandos, sou um deles.Para medicina, sonho almejado por tantos e realizado por tão poucos. OO RAÇA PERSISTENTE essa dos vestibulandos. Fazendo parte dessa classe - os vestibulandos -, adquirimos resistência. Às tristezas, às decepções, aos simulados, à arrogância alheia, aos comentários cujo intuito é abalar nosso psicológico... O ano ou os anos de vestibular nos muda. E Lamarck ficaria feliz ao saber que o meio pode influenciar nas características do indivíduo - Gunnar, aula de evolução aqui não, né. ok, ok.
A verdade é que o vestibular é uma guerra. Sem sangueem tese, né, sem armas, sem tropas, sem mortes. Mas com dor. Lágrimas. Tristeza. Desespero. Agonia. E nós somos os guerreiros. Durante o(s) ano(s) de vestibular, abrimos mão de muita coisa. Tempo. Amigos. Família. Diversão. comida saudável Alguns, como eu, vão um pouco mais longe e mudam de cidade. Ou até de Estado. Não dormimos direito, passamos o dia e a noite estudando; simulados e provas são os marcadores de nossa agenda, e não os fins de semana.
Muitos pensam que essas concessões são em prol de uma simples prova, e nos tomam por ignorantes, omissos e afins. Mas não. Fazemos o que fazemos por estarmos perseguindo um sonho. Uma universidade, um curso, um estilo de vida. Seja qual for o curso - letras, artes, adm., ciências sociais, os badalados e os não tão conhecidos -, é por um sonho. E isso é o que importa.
Com essa breve síntese, deixo minha admiração a todos os que estão na lida. Não é simples, não é fácil. Pelo contrário, é difícil, decepcionante e doloroso.
Valerá a pena? Deixo que quem sabe escrever responda por mim:
"[...] Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.[...]"
Aliás, falando de vestibulandos, sou um deles.
A verdade é que o vestibular é uma guerra. Sem sangue
Muitos pensam que essas concessões são em prol de uma simples prova, e nos tomam por ignorantes, omissos e afins. Mas não. Fazemos o que fazemos por estarmos perseguindo um sonho. Uma universidade, um curso, um estilo de vida. Seja qual for o curso - letras, artes, adm., ciências sociais, os badalados e os não tão conhecidos -, é por um sonho. E isso é o que importa.
Com essa breve síntese, deixo minha admiração a todos os que estão na lida. Não é simples, não é fácil. Pelo contrário, é difícil, decepcionante e doloroso.
Valerá a pena? Deixo que quem sabe escrever responda por mim:
"[...] Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.[...]"
quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Agulhas
Já há tempos não convertia tristeza em dor psicológica. É extremamente desconcertante observar sua intensidade, e sua irrefreabilidade. É como se milhões de minúsculas, porém extremamente afiadas agulhas, estivessem em contato direto com seus pulmões. E os perfurassem quando eles se expandem. E fazer isso de novo.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
Com a diferença de que, fisicamente, isso acabaria logo. Psicologicamente... Não.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
Com a diferença de que, fisicamente, isso acabaria logo. Psicologicamente... Não.
sábado, 18 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Desabafo
É meio bizarro como uma atitude pode estragar seu dia e arruinar suas esperanças de um futuro agradável...
terça-feira, 14 de maio de 2013
Traduzir ou não?
Na vida, há vários modos, distintos porém interessantes, de se traduzir - ou ao menos tentar - o que se está sentindo.
Há as palavras. Modo "tradicional", mas nunca fora de moda. Com elas, pode-se dizer, num código internacionalmente válido, o que se sente. Mas existe um problema, claro. Ao transformar um sentimento numa mera palavra, perde-se a essência do que se sente. É como se o sentimento tivesse de ser reduzido para "caber" no significado que tal termo abrange.
Há a pintura. Não tão "tradicional", e por vezes controverso, esse veículo de transmissão é talvez o mais antigo já usado pelo homem. Eficiente, na medida em que é muito mais abrangente que uma simples definição de palavra. No entanto, não é internacionalmente válido. Nem todos compreendem o que quis ser dito através daquelas pinceladas na tela - ou afresco, ou _____ (insira uma base de pintura aqui).
Há a música. Minha preferida, talvez. Por ser mais "solta" e ser livre para ser virtualmente o que quiser, ela é, provavelmente, o modo em que mais se pode trazer, diretamente do fundo da alma, o que se sente. Um toque mais forte, uma melodia mais triste, um prolongamento em certo trecho da pauta... Mas ela também não é perfeita. Não é acessível a todos - é um meio caro, por vezes.
Tudo é válido. Mas nem tudo é válido. Uma poesia pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas será reduzida em relação ao original. Uma pintura pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos a compreenderão. Uma música pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos terão acesso a ela.
No fim... Acaba que é melhor ficar quieto. Guardar o lápis, o pincel, o arco. Tampar a caneta, fechar as tintas, trancar o violino.
Guardar o sentimento para si.Ou demonstrá-lo diretamente - nada, nada supera isso.
Há as palavras. Modo "tradicional", mas nunca fora de moda. Com elas, pode-se dizer, num código internacionalmente válido, o que se sente. Mas existe um problema, claro. Ao transformar um sentimento numa mera palavra, perde-se a essência do que se sente. É como se o sentimento tivesse de ser reduzido para "caber" no significado que tal termo abrange.
Há a pintura. Não tão "tradicional", e por vezes controverso, esse veículo de transmissão é talvez o mais antigo já usado pelo homem. Eficiente, na medida em que é muito mais abrangente que uma simples definição de palavra. No entanto, não é internacionalmente válido. Nem todos compreendem o que quis ser dito através daquelas pinceladas na tela - ou afresco, ou _____ (insira uma base de pintura aqui).
Há a música. Minha preferida, talvez. Por ser mais "solta" e ser livre para ser virtualmente o que quiser, ela é, provavelmente, o modo em que mais se pode trazer, diretamente do fundo da alma, o que se sente. Um toque mais forte, uma melodia mais triste, um prolongamento em certo trecho da pauta... Mas ela também não é perfeita. Não é acessível a todos - é um meio caro, por vezes.
Tudo é válido. Mas nem tudo é válido. Uma poesia pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas será reduzida em relação ao original. Uma pintura pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos a compreenderão. Uma música pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos terão acesso a ela.
No fim... Acaba que é melhor ficar quieto. Guardar o lápis, o pincel, o arco. Tampar a caneta, fechar as tintas, trancar o violino.
Guardar o sentimento para si.
sábado, 4 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
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