domingo, 29 de dezembro de 2013
domingo, 22 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A rotina de vestibulares me exauriu de uma maneira inacreditável.
E a incerteza de aprovação é a pior coisa existente.
Por exemplo: julgo estar na lista de espera da PUC-SP, mas como saber se e quando passarei?
E ainda tem Fuvest segunda fase, med ABC e, se pá segunda fase unicamp.
E resultados da FMJ, Unifesp, Unesp…
Indecisões.
Medo.
Insegurança.
Pânico.
Pavor.
Esse será meu fim de ano.
E a incerteza de aprovação é a pior coisa existente.
Por exemplo: julgo estar na lista de espera da PUC-SP, mas como saber se e quando passarei?
E ainda tem Fuvest segunda fase, med ABC e, se pá segunda fase unicamp.
E resultados da FMJ, Unifesp, Unesp…
Indecisões.
Medo.
Insegurança.
Pânico.
Pavor.
Esse será meu fim de ano.
sábado, 14 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Um trecho de minha vida começa a deslanchar. Na área dos estudos, talvez esse ano o inalcançável seja alcançado e eu entre na faculdade de medicima. Talvez as coisas dêem certo.
Então por que a tristeza me assola mais e mais a cada momento que passa? Por que não consigo ficar feliz, e, ao invés disso, sinto o peso de algodepressão? contra meu peito em todos os momentos?
Então por que a tristeza me assola mais e mais a cada momento que passa? Por que não consigo ficar feliz, e, ao invés disso, sinto o peso de algo
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Altruísmo?
Quando sue senso de altruísmo ou seria auto-destruição? e sua tendência de pensar no bem do próximo mais do que no seu te impedem de desabafar com as pessoas. Como vou estragar a felicidade alheia com meus problemas e frustrações idiotas, sem nexo e sem razão de ser?
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
"E, se ao pensar em um sonho, distante ou não, os olhos brilham e se enchem de lágrimas, o coração acelera e um misto de angústia, desejo e vontade descontrolados brota num fluxo quase que incoercível... Saiba, do fundo da alma, que tal sonho é verdadeiro. E que dentro em breve se realizará".
VEM, MEDICINA. PARA DE SER DIFÍCIL E VEEEEEM <3 <3 <3
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Acerca da divergência política ultimamente em alta em nossa nação:
- tudo bem você ser de direita;
- tudo bem você ser de esquerda;
- tudo bem você ser de centro e
- tudo bem você não ter opinião ( na verdade não está tão tudo bem, mas discutirei sobre em uma outra postagem ).
Só não é certo usar de argumentos fúteis, preconceituosos e de bases inexistentes para atacar - ou contra-atacar - a opinião alheia.
O princípio do "Eu desaprovo o que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo", de Evelyn Beatrice Hall, ainda é válido no mundo pós-moderno em que estamos inseridos.
Ou ao menos era pra ser.
- tudo bem você ser de direita;
- tudo bem você ser de esquerda;
- tudo bem você ser de centro e
- tudo bem você não ter opinião ( na verdade não está tão tudo bem, mas discutirei sobre em uma outra postagem ).
Só não é certo usar de argumentos fúteis, preconceituosos e de bases inexistentes para atacar - ou contra-atacar - a opinião alheia.
O princípio do "Eu desaprovo o que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo", de Evelyn Beatrice Hall, ainda é válido no mundo pós-moderno em que estamos inseridos.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
O ato de recepcionar pessoas - ou como bater o recorde de "A paz do Senhor" ditos em menos tempo
Bem, como prometido à Keila - BURIIII -, escrevo agora um pequeno e, como era de se esperar, resumido texto acerca da recepção do Encontrão 2013.
Tudo começou com uma reunião feita com os líderes presentes no último ensaio, em que foi sugerido que cada um dos ali presentes trouxesse de sua igreja mais alguns jovens para compor uma pseudoequipe de recepção. A regente de Vl. Gabriel, onde congrego, escolheu alguns da igreja local para participar. Ok, pensei eu. Não deve ser nada muito representativo.
Estava errado. Com um curso-relâmpago dado pelo pr. Osiel a alguns dos pseudo-recepcionistas - aliás, a várzea da Keila não estava. Gente das adjacências é complicado viu -, tive a consciência de que aquilo era de grande importância, e, consequentemente, de grande responsabilidade.
Enfim, lá fomos nós. Estávamos em 7, pelo que me lembro: eu, A1, A2, J, Keila, G e B -- preferi não mencionar os demais nomes, por não saber se as outras personagens se importariam de terem seus nomes citados aqui --. Chegou o sábado à tarde, e assumimos nossos postos. De cara, percebi que recepcionar pessoas não é coisa fácil. E que guiar as pessoas numa igreja tão grande tem lá seus problemas. Ademais, no início estávamos sem nenhuma identificação, então eventualmente as pessoas devem ter pensado "que que aqueles esquisitos estão fazendo em pé falando com as pessoas que entram? Eles querem ser populares? " ou algo assim. Anyways, depois de uma pequena espera nossos crachás chegaram e pelo menos deixamos de ser tão esquisitos - ou não haha. Eu pensava que as pessoas não passavam mal na igreja, mas estava errado. Um rapaz estava padecendo de dor no estômago por motivos (?), então lá fui eu caçar alguém da recepção "veterana" pra ajudar - novamente, reitero: andar por uma igreja grande tem seus problemas -. Achei e deu tudo certo. Aqui cabe uma menção engraçada. O casal indiano estava exibindo algum de seus vídeos, não me lembro ao certo qual, e no mesmo tocava uma música típica indiana. Eu e a Keila, no fundo da igreja, dançandinho e afins, claro. Subimos pra pedir a alguns transeuntes para descerem da galeria e, na escada, ouvimos o indiano dizer algo como "vi alguns jovens dançando no fundo da igreja. Gostei". Imediatamente, queimamos de vergonha ao mesmo tempo em que quase morríamos de rir. Fim da menção engraçada.
Culto à noite, lá fomos nós novamente. Sempre com apoio da equipe de recepção da sede, fomos para as portarias recepcionar os que chegavam. Sempre com um "A paz do Senhor" e um sorriso no rosto, vi que nem todos respondem aos que os recebem na porta da igreja. Mas a grande maioria o faz, o que é bem bacana. Enfim, pelo que me lembro uma menina teve sangramento nasal, e a J saiu correndo achar uma enfermeira pra atendê-la. Também correu tudo bem. ( "ah Gunnar, por que você não está falando nada do culto, apenas do que vocês recepcionistas fizeram?" Porque esse é o intuito do texto. Comentários a respeito dos cultos estão em http://gunnarcrepaldi.blogspot.com.br/2013/08/encontrao-2013-ou-quem-ta-feliz-aee.html ). Depois dos louvores dos jovens, voltamos aos nossos lugares e acompanhamos o desenrolar do culto.
Domingo à tarde, nós de novo - sempre rindo e sorrindo, cantando e dançando, mas mais discretamente, dessa vez, porque né. Cansamos de ficar em pé e achamos um lugar pra sentar e assistir o verdadeiro espetáculo apresentado pela Cia. de Artes Nissi.
Voltamos à noite. Muita gente, muitos "a paz do Senhor" - nesse ponto, já tínhamos dito essa frase com um sorriso no rosto tantas vezes que críamos que nossos músculos faciais estavam travados nessa posição haha -. Fui receber uma igreja de algum local no interior do estado. Pedi ajuda à recepcionista sênior, que me pediu pra achar o pr. Osiel. Dúvida pequena: em qual dos 5 andares da igreja ele estava? Toca subir e descer todos. De escada. Em menos de 10 minutos. E ele estava numa salinha ao lado do posto que eu ocupava antes de sair correndo - incompetência e suas consequências, né haha. Resolvido o problema, voltei à portaria. Menção engraçada 2: um irmão, já idoso, entrou. Saiu e entrou novamente. Três ou quatro vezes. Por fim, veio até mim e perguntou se eu poderia fazer um favor a ele. Disse que sim, e ele "eu vou embora agora, mas não estou achando meu filho. Tem como você pedir para quem está dirigindo o culto avisar meu filho, antes da oração final, que eu já fui embora e que ele não precisa se preocupar?". Achei ao mesmo tempo fofo e muito engraçado. Ele deu seu nome, o nome do filho e foi embora hahaha. Escrevi o bilhete e entreguei a uma recepcionista sênior, que ficou olhando pro bilhete e pra mim perguntando se era sério. Não sei o que ela fez, mas seu semblante era hilário. Fim da menção engraçada 2. Após isso, cantamos e sentamos para acompanhar a pregação do pastor ______ Akiva ( esqueci como se escreve, sorry about it). Fim do culto, fim do trabalho.
No frigir dos ovos, os resultados foram: dores nas pernas e nas costas de tanto andar - já disse que a igreja é grande? Então -; recorde de mais "paz do Senhor" ditos batido de loooonge; ajudamos pessoas; conhecemos pessoas; revimos pessoas; fizemos nosso melhor para Deus. Acho que a pseudorecepção fez um bom trabalho u.u
E é isso, eu acho. Já me alonguei demais haha
Quem tá feliz aeee?
ps.: ainda vou acabar tendo que pagar direitos autorais para o dono da frase, que creio ser o líder/coordenador/mestre Jackson Goulart. Enquanto ele não toma conhecimento disso, aproveito haha
Tudo começou com uma reunião feita com os líderes presentes no último ensaio, em que foi sugerido que cada um dos ali presentes trouxesse de sua igreja mais alguns jovens para compor uma pseudoequipe de recepção. A regente de Vl. Gabriel, onde congrego, escolheu alguns da igreja local para participar. Ok, pensei eu. Não deve ser nada muito representativo.
Estava errado. Com um curso-relâmpago dado pelo pr. Osiel a alguns dos pseudo-recepcionistas - aliás, a várzea da Keila não estava. Gente das adjacências é complicado viu -, tive a consciência de que aquilo era de grande importância, e, consequentemente, de grande responsabilidade.
Enfim, lá fomos nós. Estávamos em 7, pelo que me lembro: eu, A1, A2, J, Keila, G e B -- preferi não mencionar os demais nomes, por não saber se as outras personagens se importariam de terem seus nomes citados aqui --. Chegou o sábado à tarde, e assumimos nossos postos. De cara, percebi que recepcionar pessoas não é coisa fácil. E que guiar as pessoas numa igreja tão grande tem lá seus problemas. Ademais, no início estávamos sem nenhuma identificação, então eventualmente as pessoas devem ter pensado "que que aqueles esquisitos estão fazendo em pé falando com as pessoas que entram? Eles querem ser populares? " ou algo assim. Anyways, depois de uma pequena espera nossos crachás chegaram e pelo menos deixamos de ser tão esquisitos - ou não haha. Eu pensava que as pessoas não passavam mal na igreja, mas estava errado. Um rapaz estava padecendo de dor no estômago por motivos (?), então lá fui eu caçar alguém da recepção "veterana" pra ajudar - novamente, reitero: andar por uma igreja grande tem seus problemas -. Achei e deu tudo certo. Aqui cabe uma menção engraçada. O casal indiano estava exibindo algum de seus vídeos, não me lembro ao certo qual, e no mesmo tocava uma música típica indiana. Eu e a Keila, no fundo da igreja, dançandinho e afins, claro. Subimos pra pedir a alguns transeuntes para descerem da galeria e, na escada, ouvimos o indiano dizer algo como "vi alguns jovens dançando no fundo da igreja. Gostei". Imediatamente, queimamos de vergonha ao mesmo tempo em que quase morríamos de rir. Fim da menção engraçada.
Culto à noite, lá fomos nós novamente. Sempre com apoio da equipe de recepção da sede, fomos para as portarias recepcionar os que chegavam. Sempre com um "A paz do Senhor" e um sorriso no rosto, vi que nem todos respondem aos que os recebem na porta da igreja. Mas a grande maioria o faz, o que é bem bacana. Enfim, pelo que me lembro uma menina teve sangramento nasal, e a J saiu correndo achar uma enfermeira pra atendê-la. Também correu tudo bem. ( "ah Gunnar, por que você não está falando nada do culto, apenas do que vocês recepcionistas fizeram?" Porque esse é o intuito do texto. Comentários a respeito dos cultos estão em http://gunnarcrepaldi.blogspot.com.br/2013/08/encontrao-2013-ou-quem-ta-feliz-aee.html ). Depois dos louvores dos jovens, voltamos aos nossos lugares e acompanhamos o desenrolar do culto.
Domingo à tarde, nós de novo - sempre rindo e sorrindo, cantando e dançando, mas mais discretamente, dessa vez, porque né. Cansamos de ficar em pé e achamos um lugar pra sentar e assistir o verdadeiro espetáculo apresentado pela Cia. de Artes Nissi.
Voltamos à noite. Muita gente, muitos "a paz do Senhor" - nesse ponto, já tínhamos dito essa frase com um sorriso no rosto tantas vezes que críamos que nossos músculos faciais estavam travados nessa posição haha -. Fui receber uma igreja de algum local no interior do estado. Pedi ajuda à recepcionista sênior, que me pediu pra achar o pr. Osiel. Dúvida pequena: em qual dos 5 andares da igreja ele estava? Toca subir e descer todos. De escada. Em menos de 10 minutos. E ele estava numa salinha ao lado do posto que eu ocupava antes de sair correndo - incompetência e suas consequências, né haha. Resolvido o problema, voltei à portaria. Menção engraçada 2: um irmão, já idoso, entrou. Saiu e entrou novamente. Três ou quatro vezes. Por fim, veio até mim e perguntou se eu poderia fazer um favor a ele. Disse que sim, e ele "eu vou embora agora, mas não estou achando meu filho. Tem como você pedir para quem está dirigindo o culto avisar meu filho, antes da oração final, que eu já fui embora e que ele não precisa se preocupar?". Achei ao mesmo tempo fofo e muito engraçado. Ele deu seu nome, o nome do filho e foi embora hahaha. Escrevi o bilhete e entreguei a uma recepcionista sênior, que ficou olhando pro bilhete e pra mim perguntando se era sério. Não sei o que ela fez, mas seu semblante era hilário. Fim da menção engraçada 2. Após isso, cantamos e sentamos para acompanhar a pregação do pastor ______ Akiva ( esqueci como se escreve, sorry about it). Fim do culto, fim do trabalho.
No frigir dos ovos, os resultados foram: dores nas pernas e nas costas de tanto andar - já disse que a igreja é grande? Então -; recorde de mais "paz do Senhor" ditos batido de loooonge; ajudamos pessoas; conhecemos pessoas; revimos pessoas; fizemos nosso melhor para Deus. Acho que a pseudorecepção fez um bom trabalho u.u
E é isso, eu acho. Já me alonguei demais haha
Quem tá feliz aeee?
ps.: ainda vou acabar tendo que pagar direitos autorais para o dono da frase, que creio ser o líder/coordenador/mestre Jackson Goulart. Enquanto ele não toma conhecimento disso, aproveito haha
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Encontrão 2013 - ou "quem tá feliz aee?" versão julho de 2013.
Me dispus a escrever um pequeno - e consideravelmente assustadoramente gritantemente resumido - apanhado acerca do acontecido no último fim de semana (27 e 28 de julho).
Primeiramente, é justo comentar sobre o evento em si. O Encontrão dos Jovens AD é um dos maiores eventos para jovens da região, se não o maior. Grupos de jovens das igrejas pertencentes ao campo de Sorocaba vêm por vezes dos mais longínquos lugares - Buri, São Miguel Arcanjo, Itapetininga e adjacências haha - e se encontram com os grupos locais na nossa sede, onde nos reunimos para cultuar a Deus. O encontrão desse ano foi o maior dos três já realizados, com mais de mil vozes cantando.
É evidente que o evento culminou no fim de semana, mas não começou ali. Desde o ano passado, líderes e coordenadores estavam ralando para que tudo saísse na maior perfeição possível. Essa preparação, sozinha, já renderia um grande texto; não me aterei à mesma, no entanto, por não possuir dados suficientes.
Mas enfim, voltando ao principal. O encontrão em si começou no sábado à tarde, com direito a muitos louvores e uma pregação/entrevista ministrada por um casal de indianos que faz parte do JOCUM - Jovens Com Uma Missão -. Foi muito bacana, eles eram gente boa, usados por Deus e etc. E têm muitas experiências pra contar a respeito do "ser um missionário". O evento mais "importante" do dia, no entanto, foi o culto da noite. E que culto. Louvores que tocaram a alma e uma pregação nessa mesma linha, ministrada pelo pr. Milton Neves (ou algo bem parecido com isso) - ps.: a experiência dos jovens AD cantando merece menção especial. É simplesmente fora de série ver mais de mil jovens cantando, dando seu melhor para Deus. Faz descer um arrepio da cabeça aos pés.
No domingo, mesma estrutura, novas pessoas. Durante a tarde, louvor com Rodrigo Mozart e uma peça super bem-apresentada por parte da Cia. de Artes Nissi - imperdível, sem mais -. Durante a noite, pregação ministrada pelo pr. Yossef Akiva, mais um sendo grandemente usado por Deus para nos transmitir Sua palavra.
Dá pra afirmar sem sombra de dúvida: quem foi, ganhou mas ganhou muito. Quem não foi... So sorry about it.
Considerações finais:
- fui recepcionista nos dois dias. Por mais que tenha cansado um pouco - rapaz, a sede é grande. Buscar um copo de água equivale a quase 100m rasos haha -, foi uma ótima experiência, e bem bacana.
- nossos líderes têm de ser parabenizados. Desde nosso pastor presidente, passando pelos músicos (que tocam muito, honestamente), líderes e regentes dos jovens, terminando nos cooperadores e, evidente, nos próprios jovens, todos fizeram um trabalho excelente.
O mais importante é que a presença de Deus pôde ser percebida em todos os lugares, em todos os momentos. Creio que esse era o objetivo buscado, e posso dizer sem pestanejar que ele foi atingido.
E é isso - mentira, não foi só isso. Há mais centenas de coisas a serem contadas, mas o resumo já está grande demais e quase deixando de ser resumo, logo encerro por aqui.
E que venha o próximo!
Primeiramente, é justo comentar sobre o evento em si. O Encontrão dos Jovens AD é um dos maiores eventos para jovens da região, se não o maior. Grupos de jovens das igrejas pertencentes ao campo de Sorocaba vêm por vezes dos mais longínquos lugares - Buri, São Miguel Arcanjo, Itapetininga e adjacências haha - e se encontram com os grupos locais na nossa sede, onde nos reunimos para cultuar a Deus. O encontrão desse ano foi o maior dos três já realizados, com mais de mil vozes cantando.
É evidente que o evento culminou no fim de semana, mas não começou ali. Desde o ano passado, líderes e coordenadores estavam ralando para que tudo saísse na maior perfeição possível. Essa preparação, sozinha, já renderia um grande texto; não me aterei à mesma, no entanto, por não possuir dados suficientes.
Mas enfim, voltando ao principal. O encontrão em si começou no sábado à tarde, com direito a muitos louvores e uma pregação/entrevista ministrada por um casal de indianos que faz parte do JOCUM - Jovens Com Uma Missão -. Foi muito bacana, eles eram gente boa, usados por Deus e etc. E têm muitas experiências pra contar a respeito do "ser um missionário". O evento mais "importante" do dia, no entanto, foi o culto da noite. E que culto. Louvores que tocaram a alma e uma pregação nessa mesma linha, ministrada pelo pr. Milton Neves (ou algo bem parecido com isso) - ps.: a experiência dos jovens AD cantando merece menção especial. É simplesmente fora de série ver mais de mil jovens cantando, dando seu melhor para Deus. Faz descer um arrepio da cabeça aos pés.
No domingo, mesma estrutura, novas pessoas. Durante a tarde, louvor com Rodrigo Mozart e uma peça super bem-apresentada por parte da Cia. de Artes Nissi - imperdível, sem mais -. Durante a noite, pregação ministrada pelo pr. Yossef Akiva, mais um sendo grandemente usado por Deus para nos transmitir Sua palavra.
Dá pra afirmar sem sombra de dúvida: quem foi, ganhou mas ganhou muito. Quem não foi... So sorry about it.
Considerações finais:
- fui recepcionista nos dois dias. Por mais que tenha cansado um pouco - rapaz, a sede é grande. Buscar um copo de água equivale a quase 100m rasos haha -, foi uma ótima experiência, e bem bacana.
- nossos líderes têm de ser parabenizados. Desde nosso pastor presidente, passando pelos músicos (que tocam muito, honestamente), líderes e regentes dos jovens, terminando nos cooperadores e, evidente, nos próprios jovens, todos fizeram um trabalho excelente.
O mais importante é que a presença de Deus pôde ser percebida em todos os lugares, em todos os momentos. Creio que esse era o objetivo buscado, e posso dizer sem pestanejar que ele foi atingido.
E é isso - mentira, não foi só isso. Há mais centenas de coisas a serem contadas, mas o resumo já está grande demais e quase deixando de ser resumo, logo encerro por aqui.
E que venha o próximo!
quarta-feira, 31 de julho de 2013
[Uma promessa]
Em breve, publicarei um resumo do Encontrão 2013. Assim que conseguir colocar em palavras tudo o que vi e senti.
terça-feira, 30 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
terça-feira, 25 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Fim?
E no fim das contas, deixando de lado os sentimentos e analisando racionalmente a situação como um todo... Pode ser que não tenha passado de ilusão. Pode ser que tudo tenha sido apenas imaginação de minha cabeça, ou distorção da realidade para que a mesma atendesse minhas expectativas.
Com uma lancinante dor no coração, agora percebo que talvez nada tenha existido.
Com uma lancinante dor no coração, agora percebo que talvez nada tenha existido.
Mudança?
Talvez eu fale demais.
Talvez não. O faço.
Em diferentes momentos do dia, quero falar com você. Por motivos distintos, bobos, sérios ou infantis. Mas sempre querendo falar com você, te ouvir.
Talvez você me odeie por isso.
É plausível que, em determinados momentose espero veementemente que não sejam todos, porque né , você acabe por querer me mandar calar a boca, do tipo "sai daqui, já falei com você hoje, some da minha frente".
Talvez eu te encha o saco.
Talvez você não aguente mais ler minhas mensagens gigantes.
Ou minha voz às 5:30 da manhã.
É, faço várias coisas erradas. As aqui descritas são apenas ponta do iceberg.
Mas juro que estou tentando melhorar.
Enquanto isso, por favor não me odeie. O processo pode demorar um pouco, afinal se nossa máquina estatal é burocrática, não poderia ser diferente com os cidadãos.
Se for muuuuuito difícil não me odiar, pelo menos que não seja tanto. Não creio ser possível achar outra baronesa assim.
--/--
Talvez não. O faço.
Em diferentes momentos do dia, quero falar com você. Por motivos distintos, bobos, sérios ou infantis. Mas sempre querendo falar com você, te ouvir.
Talvez você me odeie por isso.
É plausível que, em determinados momentos
Talvez eu te encha o saco.
Talvez você não aguente mais ler minhas mensagens gigantes.
Ou minha voz às 5:30 da manhã.
É, faço várias coisas erradas. As aqui descritas são apenas ponta do iceberg.
Mas juro que estou tentando melhorar.
Enquanto isso, por favor não me odeie. O processo pode demorar um pouco, afinal se nossa máquina estatal é burocrática, não poderia ser diferente com os cidadãos.
Se for muuuuuito difícil não me odiar, pelo menos que não seja tanto. Não creio ser possível achar outra baronesa assim.
--/--
terça-feira, 18 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Talvez.
Talvez, nesse mundo pós-moderno, com toda a velocidade possível, não haja mais espaço para um romantismo do estilo do século XVIII.
Talvez, não exista mais espaço para o processo da corte.
Talvez não haja mais mulheres interessadas em uma confluência de palavras, gestos e ações que culminam no que hoje chamamos de paquera.
Talvez, a imensa maioria delas se conforme com um "você é linda" e ceda ao dito cujo.
Talvez, não caiba mais uma conversa que vise a elevação de padrões não estéticos, mas psicológicos.
Talvez, um "seu sorriso é lindo o suficiente para iluminar todo meu dia", um "começar a semana ouvindo sua voz me dá a perspectiva de um bom período de estudos", um "sua inteligência me deixa fascinado", um "sua sensibilidade me encanta, sua intensidade me atrai" e todos os que sigam tal linha sejam suplantados por um "gata, como tu é gostosa". Sem hipocrisia de deixar de lado as características físicas, mas a) nenhuma garota é algo que possa ser definido apenas pela aparência e b) outras coisas importam muito mais que isso.
Talvez, as garotas que pensam como Christina Yang ("Ah, dane-se o bonita! Se você quer me agradar, elogie meu cérebro.") estejam extintas, ou perto da extinção.
Ou talvez o padrão antigo esteja de fato falido, e não haja mais atrativo para tal.
Talvez, uma caminhada à luz do luar não seja mais tão interessante. E um jantar a luz de velas seja considerado "coxinha". E atitudes semelhantes a estas sejam tomadas por cafonas, bregas e fora de moda.
Mas são românticas. E válidas, mais que um simples e fútil elogio à beleza física.
As mulheres, uma versão MUITO melhorada - e mais visualmente agradável - dos homens, são o que pode se chamar de ápice da criação. Mais independentes, inteligentes, sensíveis e habilidosas. Gênero sem o qual a humanidade, mesmo que existisse, ficaria mais triste. E menos bela.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Sentido.
Mas de que me adianta deitar a pena ao papel escrever aqui o que sinto, se tal atitude não trará de volta o que perdi, não remediará minha dor, não desaparecerá com a saudade que me assola nem apagará os erros cometidos?
Talvez o que sinto não faça sentido.
Talvez o que escrevo não faça sentido.
Talvez minhas memórias não façam sentido.
Talvez nada disso faça sentido.
Talvez, e apenas talvez, eusem você não faça sentido.
Talvez o que sinto não faça sentido.
Talvez o que escrevo não faça sentido.
Talvez minhas memórias não façam sentido.
Talvez nada disso faça sentido.
Talvez, e apenas talvez, eu
E no fim...
E no fim das contas, não sei se consigo dizer o que mais dói.
Se as palavras ditas.
Se as palavras não ditas.
Ou se a saudade.
Saudade do que foi.
Saudade do que queria que fosse.
Saudade do que poderia ser.
Se as palavras ditas.
Se as palavras não ditas.
Ou se a saudade.
Saudade do que foi.
Saudade do que queria que fosse.
Saudade do que poderia ser.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Vim dizer
Vim dizer que sinto falta de nossas conversas.
De nossos papos cabeça.
De nossos papos idiotas.
De nossos risos até altas horas da noite - para vestibulandos, lê-se até meia-noite.Vim dizer que sinto falta de você.
De sua voz.
De sua risada.
De seus comentários sarcásticos e cortantes, mas sempre com uma pitada de humor.
Vim dizer que sinto falta de uma amiga.
De uma palhaça inveterada.
De uma dama por excelência.
Vim dizer que sinto falta de você.
E com isso,
Vim dizer que sinto falta de mim mesmo.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Dia do Vestibulando
Hoje, 24 de maio, chora-se comemora-se o dia do Vestibulando - adendo válido, há exatamente 676 anos tinha início a Guerra dos 100 Anos. Hoje também é considerado o Dia Nacional do Café (qualquer conexão entre as datas é mera coincidência. Ou não).
Aliás, falando de vestibulandos, sou um deles.Para medicina, sonho almejado por tantos e realizado por tão poucos. OO RAÇA PERSISTENTE essa dos vestibulandos. Fazendo parte dessa classe - os vestibulandos -, adquirimos resistência. Às tristezas, às decepções, aos simulados, à arrogância alheia, aos comentários cujo intuito é abalar nosso psicológico... O ano ou os anos de vestibular nos muda. E Lamarck ficaria feliz ao saber que o meio pode influenciar nas características do indivíduo - Gunnar, aula de evolução aqui não, né. ok, ok.
A verdade é que o vestibular é uma guerra. Sem sangueem tese, né, sem armas, sem tropas, sem mortes. Mas com dor. Lágrimas. Tristeza. Desespero. Agonia. E nós somos os guerreiros. Durante o(s) ano(s) de vestibular, abrimos mão de muita coisa. Tempo. Amigos. Família. Diversão. comida saudável Alguns, como eu, vão um pouco mais longe e mudam de cidade. Ou até de Estado. Não dormimos direito, passamos o dia e a noite estudando; simulados e provas são os marcadores de nossa agenda, e não os fins de semana.
Muitos pensam que essas concessões são em prol de uma simples prova, e nos tomam por ignorantes, omissos e afins. Mas não. Fazemos o que fazemos por estarmos perseguindo um sonho. Uma universidade, um curso, um estilo de vida. Seja qual for o curso - letras, artes, adm., ciências sociais, os badalados e os não tão conhecidos -, é por um sonho. E isso é o que importa.
Com essa breve síntese, deixo minha admiração a todos os que estão na lida. Não é simples, não é fácil. Pelo contrário, é difícil, decepcionante e doloroso.
Valerá a pena? Deixo que quem sabe escrever responda por mim:
"[...] Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.[...]"
Aliás, falando de vestibulandos, sou um deles.
A verdade é que o vestibular é uma guerra. Sem sangue
Muitos pensam que essas concessões são em prol de uma simples prova, e nos tomam por ignorantes, omissos e afins. Mas não. Fazemos o que fazemos por estarmos perseguindo um sonho. Uma universidade, um curso, um estilo de vida. Seja qual for o curso - letras, artes, adm., ciências sociais, os badalados e os não tão conhecidos -, é por um sonho. E isso é o que importa.
Com essa breve síntese, deixo minha admiração a todos os que estão na lida. Não é simples, não é fácil. Pelo contrário, é difícil, decepcionante e doloroso.
Valerá a pena? Deixo que quem sabe escrever responda por mim:
"[...] Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.[...]"
quinta-feira, 23 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Agulhas
Já há tempos não convertia tristeza em dor psicológica. É extremamente desconcertante observar sua intensidade, e sua irrefreabilidade. É como se milhões de minúsculas, porém extremamente afiadas agulhas, estivessem em contato direto com seus pulmões. E os perfurassem quando eles se expandem. E fazer isso de novo.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
Com a diferença de que, fisicamente, isso acabaria logo. Psicologicamente... Não.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
E de novo.
Com a diferença de que, fisicamente, isso acabaria logo. Psicologicamente... Não.
sábado, 18 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Desabafo
É meio bizarro como uma atitude pode estragar seu dia e arruinar suas esperanças de um futuro agradável...
terça-feira, 14 de maio de 2013
Traduzir ou não?
Na vida, há vários modos, distintos porém interessantes, de se traduzir - ou ao menos tentar - o que se está sentindo.
Há as palavras. Modo "tradicional", mas nunca fora de moda. Com elas, pode-se dizer, num código internacionalmente válido, o que se sente. Mas existe um problema, claro. Ao transformar um sentimento numa mera palavra, perde-se a essência do que se sente. É como se o sentimento tivesse de ser reduzido para "caber" no significado que tal termo abrange.
Há a pintura. Não tão "tradicional", e por vezes controverso, esse veículo de transmissão é talvez o mais antigo já usado pelo homem. Eficiente, na medida em que é muito mais abrangente que uma simples definição de palavra. No entanto, não é internacionalmente válido. Nem todos compreendem o que quis ser dito através daquelas pinceladas na tela - ou afresco, ou _____ (insira uma base de pintura aqui).
Há a música. Minha preferida, talvez. Por ser mais "solta" e ser livre para ser virtualmente o que quiser, ela é, provavelmente, o modo em que mais se pode trazer, diretamente do fundo da alma, o que se sente. Um toque mais forte, uma melodia mais triste, um prolongamento em certo trecho da pauta... Mas ela também não é perfeita. Não é acessível a todos - é um meio caro, por vezes.
Tudo é válido. Mas nem tudo é válido. Uma poesia pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas será reduzida em relação ao original. Uma pintura pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos a compreenderão. Uma música pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos terão acesso a ela.
No fim... Acaba que é melhor ficar quieto. Guardar o lápis, o pincel, o arco. Tampar a caneta, fechar as tintas, trancar o violino.
Guardar o sentimento para si.Ou demonstrá-lo diretamente - nada, nada supera isso.
Há as palavras. Modo "tradicional", mas nunca fora de moda. Com elas, pode-se dizer, num código internacionalmente válido, o que se sente. Mas existe um problema, claro. Ao transformar um sentimento numa mera palavra, perde-se a essência do que se sente. É como se o sentimento tivesse de ser reduzido para "caber" no significado que tal termo abrange.
Há a pintura. Não tão "tradicional", e por vezes controverso, esse veículo de transmissão é talvez o mais antigo já usado pelo homem. Eficiente, na medida em que é muito mais abrangente que uma simples definição de palavra. No entanto, não é internacionalmente válido. Nem todos compreendem o que quis ser dito através daquelas pinceladas na tela - ou afresco, ou _____ (insira uma base de pintura aqui).
Há a música. Minha preferida, talvez. Por ser mais "solta" e ser livre para ser virtualmente o que quiser, ela é, provavelmente, o modo em que mais se pode trazer, diretamente do fundo da alma, o que se sente. Um toque mais forte, uma melodia mais triste, um prolongamento em certo trecho da pauta... Mas ela também não é perfeita. Não é acessível a todos - é um meio caro, por vezes.
Tudo é válido. Mas nem tudo é válido. Uma poesia pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas será reduzida em relação ao original. Uma pintura pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos a compreenderão. Uma música pode ser linda perfeita maravilhosa tocante, mas nem todos terão acesso a ela.
No fim... Acaba que é melhor ficar quieto. Guardar o lápis, o pincel, o arco. Tampar a caneta, fechar as tintas, trancar o violino.
Guardar o sentimento para si.
sábado, 4 de maio de 2013
sexta-feira, 3 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
segunda-feira, 29 de abril de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Síntese semanal.
"Ah Gunnar, mas você é um idiota mesmo!"
Eu sei, eu sei.
"Ah Gunnar, pare de pensar besteiras!"
É meio complexo interromper uma cadeia de pensamentos tão lógica e ao mesmo tempo tão intrincada.
"Ah Gunnar, você procurou por isso."
Não, não mesmo. Ao menos intencionalmente, claro. No entanto...malditas descargas hormonais.
Uma semana resumida em seis frases.
Eu sei, eu sei.
"Ah Gunnar, pare de pensar besteiras!"
É meio complexo interromper uma cadeia de pensamentos tão lógica e ao mesmo tempo tão intrincada.
"Ah Gunnar, você procurou por isso."
Não, não mesmo. Ao menos intencionalmente, claro. No entanto...
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Um ano? Ou O ano?
Meu segundo ano de cursinho não está sendo ruim. "Ah Gunnar, mas que absurdo! Segundo ano em que você vai ver a meeeesma coisa de novo! Claro que é ruim!". Sim, de fato ver tudo novamente não é exatamente algo com que sonhei desde a infância. Mas não se resume a isso.
Este ano vem sendo, mais que repeteco de cursinho, um ano de abertura de horizontes. Um ano de amadurecimento. Um ano de novas amizades. Um ano de reate de antigas amizades. Um ano onde possibilidades são abertas em todas as áreas da vida. Um ano de auto-conhecimento. Em síntese... Um bom ano.
É, Deus sabe o que faz.
Ps.: a reiteração de "Um ano" foi puramente estilística. Me julguem.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Saudades.
Saudades de quando eu não era tímido e podia falar o que eu sentia.
Saudades de quando eu podia falar "sinto algo a mais por você" sem sentir medo.
Talvez eu tenha alguma pré-disposição genética a ser uma besta quadrada.
o que, a bem da verdade, explicaria muita coisa.
Saudades de quando eu podia falar "sinto algo a mais por você" sem sentir medo.
Talvez eu tenha alguma pré-disposição genética a ser uma besta quadrada.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Rotina
Havia me esquecido de como a rotina do cursinho é cansativa.
Concorrência para todos os lados em que é possível olhar - literalmente -, matérias chatas, professores chatos, aulas cansativas. estudos puxados e que por vezes não rendem...
O que me move é saber que ano que vem provavelmente terei uma rotina ainda pior. Mas na faculdade de medicina.
Concorrência para todos os lados em que é possível olhar - literalmente -, matérias chatas, professores chatos, aulas cansativas. estudos puxados e que por vezes não rendem...
O que me move é saber que ano que vem provavelmente terei uma rotina ainda pior. Mas na faculdade de medicina.
terça-feira, 5 de março de 2013
E o esboço de um sonho começa a sair de minha cabeça e tomar forma, mesmo que, por enquanto, essa forma seja baseada em binários.
Por mais alto e inatingível que pareça ser tal sonho, descobri que tenho apoio de parentes, amigos e, principalmente, daquele cuja participação é realmente decisiva: D-s.
Então... Vai que cola de esse sonho se concretizar. Afinal, derrubar uma muralha aos gritos não era algo exatamente possível. Até que foi. [Fernandes, Olívia].
Por mais alto e inatingível que pareça ser tal sonho, descobri que tenho apoio de parentes, amigos e, principalmente, daquele cuja participação é realmente decisiva: D-s.
Então... Vai que cola de esse sonho se concretizar. Afinal, derrubar uma muralha aos gritos não era algo exatamente possível. Até que foi. [Fernandes, Olívia].
sábado, 2 de março de 2013
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Vai ver...
Vai ver, nem tudo tem um motivo pra ser.
Vai ver, nasci no local errado. Ou na época errada. Talvez, no planeta errado.
Vai ver o errado sou eu, por sonhar alto demais.
Vai ver, meus sonhos nem merecem ser realizados.
Vai ver, essa tristeza que me bate dioturnamente e assola meu peito com intensidade tal que tira meu ar é pra ser desse jeito mesmo.
Vai ver, minha mania de ficar ouvindo músicas tristes só pra ficar pior é, de alguma forma, correta.
Vai ver, eu mereça ficar sozinho.
Vai ver, crescer, amadurecer, envelhecer e morrer sem companhia pode ser bom.
Vai ver, já tive feridas suficientes em áreas da vida suficientes pra não merecer mais ser feliz.
Vai ver, eu não tenho motivo pra ser.
Vai ver, nasci no local errado. Ou na época errada. Talvez, no planeta errado.
Vai ver o errado sou eu, por sonhar alto demais.
Vai ver, meus sonhos nem merecem ser realizados.
Vai ver, essa tristeza que me bate dioturnamente e assola meu peito com intensidade tal que tira meu ar é pra ser desse jeito mesmo.
Vai ver, minha mania de ficar ouvindo músicas tristes só pra ficar pior é, de alguma forma, correta.
Vai ver, eu mereça ficar sozinho.
Vai ver, crescer, amadurecer, envelhecer e morrer sem companhia pode ser bom.
Vai ver, já tive feridas suficientes em áreas da vida suficientes pra não merecer mais ser feliz.
Vai ver, eu não tenho motivo pra ser.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
And I'm Back
Após um longo recesso de... Sei lá, quase um ano, volto pra cá. Sabe-se lá Deus porque, precisava desabafar algumas linhas e, já que não havia ninguém disponível, lembrei disso aqui.
Não passei em nenhum vestibular esse ano. Pelo menos não pra medicina. Nos outros cursos, entraria com os pés nas costas. MAS né... Claro, entrei num período de tristeza. Ninguém minimamente normal não passa em 6 vestibulares e fica feliz.
Pra tentar sanar pelo menos um pouco dessa tristeza que, nos dias bons, é insuportável, fui procurar algo pra fazer. Comecei a assistir Grey's Anatomy. E cara, se tu quiser um ânimo... Ajuda. MUITO. Estava até um pouco melhor, esquecendo dos meus problemas.
Mas...
Eis que chega meu pai e, com seu jeito super fofo e delicado de ser - quaaaaaaaaaaaaaal? -, meio me proíbe de assistir. Legal, né. Gente fofa é outra coisa.
Agora me encontro deprimido, sem ninguém pra conversar - pelo menos não alguém disponível agora - e sem nada pra me distrair. Já li uns 10 livros, mas de nada adianta. Meu refúgio... Se foi.
E agora, o que fazer?
Não passei em nenhum vestibular esse ano. Pelo menos não pra medicina. Nos outros cursos, entraria com os pés nas costas. MAS né... Claro, entrei num período de tristeza. Ninguém minimamente normal não passa em 6 vestibulares e fica feliz.
Pra tentar sanar pelo menos um pouco dessa tristeza que, nos dias bons, é insuportável, fui procurar algo pra fazer. Comecei a assistir Grey's Anatomy. E cara, se tu quiser um ânimo... Ajuda. MUITO. Estava até um pouco melhor, esquecendo dos meus problemas.
Mas...
Eis que chega meu pai e, com seu jeito super fofo e delicado de ser - quaaaaaaaaaaaaaal? -, meio me proíbe de assistir. Legal, né. Gente fofa é outra coisa.
Agora me encontro deprimido, sem ninguém pra conversar - pelo menos não alguém disponível agora - e sem nada pra me distrair. Já li uns 10 livros, mas de nada adianta. Meu refúgio... Se foi.
E agora, o que fazer?
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