quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A rotina cansa, irrita. Desgasta.
Fere. Desanima. Entristece.

No entanto, como fugir da mesma, uma vez que ela é intrínseca ao processo pelo qual passo?

Tenho que aprender a lidar com o repetido. E com a tristeza, a solidão e o abatimento advindos dele.


Só ainda não sei como.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Há determinados momentos em que o desânimo, aliado à falta de perspectiva, vêm com força e destroem a pseudo auto-estima que demandou esforços hercúleos para ser forjada.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Tudo o que se torna restrito deixa de ser essencialmente completo, essencialmente verdadeiro.


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O ato de recepcionar pessoas - ou como bater o recorde de "A paz do Senhor" ditos em menos tempo

   Bem, como prometido à Keila - BURIIII -, escrevo agora um pequeno e, como era de se esperar, resumido texto acerca da recepção do Encontrão 2013.
   Tudo começou com uma reunião feita com os líderes presentes no último ensaio, em que foi sugerido que cada um dos ali presentes trouxesse de sua igreja mais alguns jovens para compor uma pseudoequipe de recepção. A regente de Vl. Gabriel, onde congrego, escolheu alguns da igreja local para participar. Ok, pensei eu. Não deve ser nada muito representativo.
   Estava errado. Com um curso-relâmpago dado pelo pr. Osiel a alguns dos pseudo-recepcionistas - aliás, a várzea da Keila não estava. Gente das adjacências é complicado viu -, tive a consciência de que aquilo era de grande importância, e, consequentemente, de grande responsabilidade.
   Enfim, lá fomos nós. Estávamos em 7, pelo que me lembro: eu, A1, A2, J, Keila, G e B -- preferi não mencionar os demais nomes, por não saber se as outras personagens se importariam de terem seus nomes citados aqui --. Chegou o sábado à tarde, e assumimos nossos postos. De cara, percebi que recepcionar pessoas não é coisa fácil. E que guiar as pessoas numa igreja tão grande tem lá seus problemas. Ademais, no início estávamos sem nenhuma identificação, então eventualmente as pessoas devem ter pensado "que que aqueles esquisitos estão fazendo em pé falando com as pessoas que entram? Eles querem ser populares? " ou algo assim. Anyways, depois de uma pequena espera nossos crachás chegaram e pelo menos deixamos de ser tão esquisitos - ou não haha. Eu pensava que as pessoas não passavam mal na igreja, mas estava errado. Um rapaz estava padecendo de dor no estômago por motivos (?), então lá fui eu caçar alguém da recepção "veterana" pra ajudar - novamente, reitero: andar por uma igreja grande tem seus problemas -. Achei e deu tudo certo. Aqui cabe uma menção engraçada. O casal indiano estava exibindo algum de seus vídeos, não me lembro ao certo qual, e no mesmo tocava uma música típica indiana. Eu e a Keila, no fundo da igreja, dançandinho e afins, claro. Subimos pra pedir a alguns transeuntes para descerem da galeria e, na escada, ouvimos o indiano dizer algo como "vi alguns jovens dançando no fundo da igreja. Gostei". Imediatamente, queimamos de vergonha ao mesmo tempo em que quase morríamos de rir. Fim da menção engraçada.
   Culto à noite, lá fomos nós novamente. Sempre com apoio da equipe de recepção da sede, fomos para as portarias recepcionar os que chegavam. Sempre com um "A paz do Senhor" e um sorriso no rosto, vi que nem todos respondem aos que os recebem na porta da igreja. Mas a grande maioria o faz, o que é bem bacana. Enfim, pelo que me lembro uma menina teve sangramento nasal, e a J saiu correndo achar uma enfermeira pra atendê-la. Também correu tudo bem. ( "ah Gunnar, por que você não está falando nada do culto, apenas do que vocês recepcionistas fizeram?" Porque esse é o intuito do texto. Comentários a respeito dos cultos estão em http://gunnarcrepaldi.blogspot.com.br/2013/08/encontrao-2013-ou-quem-ta-feliz-aee.html ). Depois dos louvores dos jovens, voltamos aos nossos lugares e acompanhamos o desenrolar do culto.
   Domingo à tarde, nós de novo - sempre rindo e sorrindo, cantando e dançando, mas mais discretamente, dessa vez, porque né. Cansamos de ficar em pé e achamos um lugar pra sentar e assistir o verdadeiro espetáculo apresentado pela Cia. de Artes Nissi.
   Voltamos à noite. Muita gente, muitos "a paz do Senhor" - nesse ponto, já tínhamos dito essa frase com um sorriso no rosto tantas vezes que críamos que nossos músculos faciais estavam travados nessa posição haha -. Fui receber uma igreja de algum local no interior do estado. Pedi ajuda à recepcionista sênior, que me pediu pra achar o pr. Osiel. Dúvida pequena: em qual dos 5 andares da igreja ele estava? Toca subir e descer todos. De escada. Em menos de 10 minutos. E ele estava numa salinha ao lado do posto que eu ocupava antes de sair correndo - incompetência e suas consequências, né haha. Resolvido o problema, voltei à portaria. Menção engraçada 2: um irmão, já idoso, entrou. Saiu e entrou novamente. Três ou quatro vezes. Por fim, veio até mim e perguntou se eu poderia fazer um favor a ele. Disse que sim, e ele "eu vou embora agora, mas não estou achando meu filho. Tem como você pedir para quem está dirigindo o culto avisar meu filho, antes da oração final, que eu já fui embora e que ele não precisa se preocupar?". Achei ao mesmo tempo fofo e muito engraçado. Ele deu seu nome, o nome do filho e foi embora hahaha. Escrevi o bilhete e entreguei a uma recepcionista sênior, que ficou olhando pro bilhete e pra mim perguntando se era sério. Não sei o que ela fez, mas seu semblante era hilário. Fim da menção engraçada 2. Após isso, cantamos e sentamos para acompanhar a pregação do pastor ______ Akiva ( esqueci como se escreve, sorry about it). Fim do culto, fim do trabalho.
   No frigir dos ovos, os resultados foram: dores nas pernas e nas costas de tanto andar - já disse que a igreja é grande? Então -; recorde de mais "paz do Senhor" ditos batido de loooonge; ajudamos pessoas; conhecemos pessoas; revimos pessoas; fizemos nosso melhor para Deus. Acho que a pseudorecepção fez um bom trabalho u.u
   E é isso, eu acho. Já me alonguei demais haha



   Quem tá feliz aeee?


ps.: ainda vou acabar tendo que pagar direitos autorais para o dono da frase, que creio ser o líder/coordenador/mestre Jackson Goulart. Enquanto ele não toma conhecimento disso, aproveito haha













quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Encontrão 2013 - ou "quem tá feliz aee?" versão julho de 2013.

   Me dispus a escrever um pequeno - e consideravelmente assustadoramente gritantemente resumido - apanhado acerca do acontecido no último fim de semana (27 e 28 de julho).
   Primeiramente, é justo comentar sobre o evento em si. O Encontrão dos Jovens AD é um dos maiores eventos para jovens da região, se não o maior. Grupos de jovens das igrejas pertencentes ao campo de Sorocaba vêm por vezes dos mais longínquos lugares - Buri, São Miguel Arcanjo, Itapetininga e adjacências haha - e se encontram com os grupos locais na nossa sede, onde nos reunimos para cultuar a Deus. O encontrão desse ano foi o maior dos três já realizados, com mais de mil vozes cantando.
   É evidente que o evento culminou no fim de semana, mas não começou ali. Desde o ano passado, líderes e coordenadores estavam ralando para que tudo saísse na maior perfeição possível. Essa preparação, sozinha, já renderia um grande texto; não me aterei à mesma, no entanto, por não possuir dados suficientes.
   Mas enfim, voltando ao principal. O encontrão em si começou no sábado à tarde, com direito a muitos louvores e uma pregação/entrevista ministrada por um casal de indianos que faz parte do JOCUM - Jovens Com Uma Missão -. Foi muito bacana, eles eram gente boa, usados por Deus e etc. E têm muitas experiências pra contar a respeito do "ser um missionário". O evento mais "importante" do dia, no entanto, foi o culto da noite. E que culto. Louvores que tocaram a alma e uma pregação nessa mesma linha, ministrada pelo pr. Milton Neves (ou algo bem parecido com isso) - ps.: a experiência dos jovens AD cantando merece menção especial. É simplesmente fora de série ver mais de mil jovens cantando, dando seu melhor para Deus. Faz descer um arrepio da cabeça aos pés.
   No domingo, mesma estrutura, novas pessoas. Durante a tarde, louvor com Rodrigo Mozart e uma peça super bem-apresentada por parte da Cia. de Artes Nissi - imperdível, sem mais -. Durante a noite, pregação ministrada pelo pr. Yossef Akiva, mais um sendo grandemente usado por Deus para nos transmitir Sua palavra.
   Dá pra afirmar sem sombra de dúvida: quem foi, ganhou mas ganhou muito. Quem não foi... So sorry about it.

Considerações finais:
- fui recepcionista nos dois dias. Por mais que tenha cansado um pouco - rapaz, a sede é grande. Buscar um copo de água equivale a quase 100m rasos haha -, foi uma ótima experiência, e bem bacana.
- nossos líderes têm de ser parabenizados. Desde nosso pastor presidente, passando pelos músicos (que tocam muito, honestamente), líderes e regentes dos jovens, terminando nos cooperadores e, evidente, nos próprios jovens, todos fizeram um trabalho excelente.


O mais importante é que a presença de Deus pôde ser percebida em todos os lugares, em todos os momentos. Creio que esse era o objetivo buscado, e posso dizer sem pestanejar que ele foi atingido.
E é isso - mentira, não foi só isso. Há mais centenas de coisas a serem contadas, mas o resumo já está grande demais e quase deixando de ser resumo, logo encerro por aqui.

E que venha o próximo!