Bem, como prometido à Keila - BURIIII -, escrevo agora um pequeno e, como era de se esperar, resumido texto acerca da recepção do Encontrão 2013.
Tudo começou com uma reunião feita com os líderes presentes no último ensaio, em que foi sugerido que cada um dos ali presentes trouxesse de sua igreja mais alguns jovens para compor uma pseudoequipe de recepção. A regente de Vl. Gabriel, onde congrego, escolheu alguns da igreja local para participar. Ok, pensei eu. Não deve ser nada muito representativo.
Estava errado. Com um curso-relâmpago dado pelo pr. Osiel a alguns dos pseudo-recepcionistas - aliás, a várzea da Keila não estava. Gente das adjacências é complicado viu -, tive a consciência de que aquilo era de grande importância, e, consequentemente, de grande responsabilidade.
Enfim, lá fomos nós. Estávamos em 7, pelo que me lembro: eu, A1, A2, J, Keila, G e B -- preferi não mencionar os demais nomes, por não saber se as outras personagens se importariam de terem seus nomes citados aqui --. Chegou o sábado à tarde, e assumimos nossos postos. De cara, percebi que recepcionar pessoas não é coisa fácil. E que guiar as pessoas numa igreja tão grande tem lá seus problemas. Ademais, no início estávamos sem nenhuma identificação, então eventualmente as pessoas devem ter pensado "que que aqueles esquisitos estão fazendo em pé falando com as pessoas que entram? Eles querem ser populares? " ou algo assim. Anyways, depois de uma pequena espera nossos crachás chegaram e pelo menos deixamos de ser tão esquisitos - ou não haha. Eu pensava que as pessoas não passavam mal na igreja, mas estava errado. Um rapaz estava padecendo de dor no estômago por motivos (?), então lá fui eu caçar alguém da recepção "veterana" pra ajudar - novamente, reitero: andar por uma igreja grande tem seus problemas -. Achei e deu tudo certo. Aqui cabe uma menção engraçada. O casal indiano estava exibindo algum de seus vídeos, não me lembro ao certo qual, e no mesmo tocava uma música típica indiana. Eu e a Keila, no fundo da igreja, dançandinho e afins, claro. Subimos pra pedir a alguns transeuntes para descerem da galeria e, na escada, ouvimos o indiano dizer algo como "vi alguns jovens dançando no fundo da igreja. Gostei". Imediatamente, queimamos de vergonha ao mesmo tempo em que quase morríamos de rir. Fim da menção engraçada.
Culto à noite, lá fomos nós novamente. Sempre com apoio da equipe de recepção da sede, fomos para as portarias recepcionar os que chegavam. Sempre com um "A paz do Senhor" e um sorriso no rosto, vi que nem todos respondem aos que os recebem na porta da igreja. Mas a grande maioria o faz, o que é bem bacana. Enfim, pelo que me lembro uma menina teve sangramento nasal, e a J saiu correndo achar uma enfermeira pra atendê-la. Também correu tudo bem. ( "ah Gunnar, por que você não está falando nada do culto, apenas do que vocês recepcionistas fizeram?" Porque esse é o intuito do texto. Comentários a respeito dos cultos estão em http://gunnarcrepaldi.blogspot.com.br/2013/08/encontrao-2013-ou-quem-ta-feliz-aee.html ). Depois dos louvores dos jovens, voltamos aos nossos lugares e acompanhamos o desenrolar do culto.
Domingo à tarde, nós de novo - sempre rindo e sorrindo, cantando e dançando, mas mais discretamente, dessa vez, porque né. Cansamos de ficar em pé e achamos um lugar pra sentar e assistir o verdadeiro espetáculo apresentado pela Cia. de Artes Nissi.
Voltamos à noite. Muita gente, muitos "a paz do Senhor" - nesse ponto, já tínhamos dito essa frase com um sorriso no rosto tantas vezes que críamos que nossos músculos faciais estavam travados nessa posição haha -. Fui receber uma igreja de algum local no interior do estado. Pedi ajuda à recepcionista sênior, que me pediu pra achar o pr. Osiel. Dúvida pequena: em qual dos 5 andares da igreja ele estava? Toca subir e descer todos. De escada. Em menos de 10 minutos. E ele estava numa salinha ao lado do posto que eu ocupava antes de sair correndo - incompetência e suas consequências, né haha. Resolvido o problema, voltei à portaria. Menção engraçada 2: um irmão, já idoso, entrou. Saiu e entrou novamente. Três ou quatro vezes. Por fim, veio até mim e perguntou se eu poderia fazer um favor a ele. Disse que sim, e ele "eu vou embora agora, mas não estou achando meu filho. Tem como você pedir para quem está dirigindo o culto avisar meu filho, antes da oração final, que eu já fui embora e que ele não precisa se preocupar?". Achei ao mesmo tempo fofo e muito engraçado. Ele deu seu nome, o nome do filho e foi embora hahaha. Escrevi o bilhete e entreguei a uma recepcionista sênior, que ficou olhando pro bilhete e pra mim perguntando se era sério. Não sei o que ela fez, mas seu semblante era hilário. Fim da menção engraçada 2. Após isso, cantamos e sentamos para acompanhar a pregação do pastor ______ Akiva ( esqueci como se escreve, sorry about it). Fim do culto, fim do trabalho.
No frigir dos ovos, os resultados foram: dores nas pernas e nas costas de tanto andar - já disse que a igreja é grande? Então -; recorde de mais "paz do Senhor" ditos batido de loooonge; ajudamos pessoas; conhecemos pessoas; revimos pessoas; fizemos nosso melhor para Deus. Acho que a pseudorecepção fez um bom trabalho u.u
E é isso, eu acho. Já me alonguei demais haha
Quem tá feliz aeee?
ps.: ainda vou acabar tendo que pagar direitos autorais para o dono da frase, que creio ser o líder/coordenador/mestre Jackson Goulart. Enquanto ele não toma conhecimento disso, aproveito haha
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